Transporte de Cargas em Geral - Transporte Rodoviário, Aéreo e Marítimo
   
 

Dicas de Fretes
Fretes de retorno – Um dos grandes problemas de quem está no trecho, é
muitas vezes, encontrar carga de retorno em regiões mais distantes do País.

Por isso vão aqui algumas dicas de onde encontrar frete sempre à
disposição.

Nordeste
Rio Grande do Norte - Mossoró e Areia Branca - BR 304 - Transporte de sal
para várias regiões do Brasil. 95% de todo o sal consumido no Brasil é retirado
das salinas da região. Há carga o ano inteiro, tanto para caçambas como para
caminhões de carroceria comum. Há produto para ser embarcado a granel e em sacaria. Costuma ser, quase sempre, frete de retorno.

Pernambuco – Trindade e Ouricuri – BR 316 - Frete de retorno sempre
disponível para o gesso. Tanto a granel como produto industrializado, em forma de blocos. Há viagens para várias regiões do País e quase todas as dezenas de empresas concentradas na região aceitam caminhoneiros autônomos.

SergipeLaranjeiras – BR 101 – Há, nas proximidades da rodovia, cerca de 18 km ao Norte de Aracaju, industrias de fertilizantes que mantém produção o não todo. Há muita carga de retorno especialmente na FAFEN, fábrica de fertilizantes da Petrobras. É carga livre, ensacada. Documentos em ordem e cadastro na empresa. Pode ser feito antes de carregar.

Bahia - Camaçari – O pólo Petroquímico e Industrial de Camaçari, cerca de 35 km de Salvador é bom ponto de carga de retorno. Aqui, também, há uma unidade da FAFEN – fábrica de fertilizantes da Petrobras. Ótimo ponto de carga de retorno. Basta ter os documentos em ordem e fazer um cadastro na empresa.

Região Norte
Há, basicamente somente um tipo de carga de retorno para quem viaja pela região do Pará, da Rondônia e do Acre: madeira. São cargas certas para vários tipos de carroceria. Atenção: cuidado com as especificações na nota fiscal. Não se pode transportar madeiras proibidas. Cheque os nomes das madeiras que constam da nota com a guia de liberação do Ibama que deve, obrigatoriamente, acompanhar a carga.

Os melhores pontos de carga são:
ParáParagominas – BR 010 – Belém-Brasília – Há dezenas de madeireiras na cidade e na região. Tem sempre carga disponível.

Tailândia – PA 150 – Ao longo da estrada, mesmo uns 100 km antes de depois de Tailândia, há madeireiras funcionando. Outro bom ponto de carga e de
abastecimento é Jacundá.

Rondônia – O transporte de madeira na Rondônia ainda é intenso. Cuidado com empresas clandestinas.

Ji-Paraná – BR 364 – Há várias madeireiras e centrais de frete. O mesmo ocorre, também em Ariquemes, ainda na BR 364. As cargas, em geral são para a região de São Paulo e para os estados do Sul. Frete razoável de retorno.

Acre
Cargas de retorno do Acre para o restante do Brasil são poucas. À medida que o governo tem incentivado a exploração sustentável da madeira, novas empresas estão surgindo. Por isso já há um pouco mais de cargas na região de Rio Branco.
As principais madeireiras ficam no Pólo Industrial, na BR 364, em direção a Sena Madureira. O frete é bom, mas ainda pouco. É possível ter espera para carregar. Fora da safra de grãos, vale a pena a espera, pois compensa no valor do frete.

Mato Grosso
– O Mato Grosso ainda tem áreas grandes de exploração de
madeira, embora o grande fluxo de carga seja de grãos – especialmente soja e
também milho e algodão. A exploração de madeira sustentável está aumentando a disponibilidade de carga no Norte do estado, conhecido como Nortão.

Sinop – BR 163 – As madeireiras ficam, em geral ao longo da rodovia. Há várias pequenas centrais de frete nos postos de abastecimento. O mais comum é o transporte de madeiras industrializadas: tacos, tábuas corridas de assoalho,
placas de aglomerado etc.

Alta-Floresta – No extremo Norte do estado, a cidade também é excelente ponto de carga de retorno para quem vai à região. Na safra há muita movimentação de grãos. Mas a madeira pode ser carregada o ano inteiro.

Região Sudeste
Minas Gerais - Apesar de ser um estado com grande movimentação de todo tipo de carga, há algumas cidades onde se encontra cargas de retorno, que apesar de frete baixo, compensa para quem retorna a São Paulo ou outras regiões.

Formiga e região – MG 050 – Calcário – Tem carga o ano inteiro. Não dá para carregar em dia de chuva. Há também cal virgem, que necessita ser bem coberta, pois não pode molhar. Carrocerias fechadas e caçambas. Não dá para transportar em baús.

UberabaDistrito Industrial – BR 153 – Há boa chance de carga de retorno nas indústrias que produzem calcário e fertilizantes. Funcionam o ano inteiro, mas no período que vai de agosto a dezembro o volume de carga é maior, porque as lavouras estão sendo preparadas para o plantio e aumenta o uso de insumos.

DICAS PARA CAMINHÕES GRANELEIROS
Novas áreas de colheita em 2007
A produção de grãos no Brasil tem aumentado ano a ano. A safra de 2006/2007,
por exemplo, já está atingindo 130 milhões de toneladas. Isso significa muito mais trabalho para caminhoneiros. Mas é preciso notar que essa expansão está se dando em várias regiões do País e vale a pena ficar atento para conhecer as novas áreas de produção, onde ainda pode haver melhores fretes e menor concorrência.

Mato Grosso - O plantio de grãos já se expandiu também para o Nordeste do
estado, na região que margeia o rio Araguaia. A região, que até 3 anos era quase só pecuária, já está com milhares de hectares de soja.

Canarana – BR 158 – Grandes áreas de soja. Colheita a partir de março/abril. Há também, próximo dali, em Cocalinho, transporte de calcário, em nova mineração.

Querência – A região, próxima do parque do Xingu, já está em plena produção.
Aberta há 4 anos a região é o mais novo pólo produtor do estrado. Estrada ruim, mas frete bom. As principais empresas cerealistas tem unidades por lá. Frete simples para várias regiões do Brasil.

Rondônia – O Sul do estado está produzindo soja e milho. Os plantios
começaram há três anos. Há outras áreas de expansão ao longo da BR 364. Em geral a carga é levada para armazéns em Mato Grosso, especialmente para Rondonópolis. Há cargas também para Porto Velho, onde são embarcadas no rio Madeira, com destino a Santarém e Belém.

Vilhena – BR 364 – Ótimo ponto de apoio, Vilhena é a nova capital da soja na
região. A colheita começa em março/abril. Há várias centrais de carga ao longo da rodovia e nos postos de abastecimento.

Tocantins – O estado, tradicional produtor de pecuária de corte, está mudando
seu perfil. Já há várias regiões do estado produzindo grãos. A expansão mais
recente fica no centro-norte do estado e no sudoeste.

Pedro Afonso – BR 153 Belém Brasília – Fica a 40 km da rodovia, por asfalto.
Reúne a produção de vários municípios e tem boa quantidade de carga. É zona de expansão de plantio. Deve aumentar muito a produção nesta safra.

Dianópolis – TO 040 – A região também está expandindo bastante a área de soja. Sua proximidade com Luiz Eduardo Magalhães e Barreiras, na Bahia, está fazendo com que haja novos plantios. As cargas são levadas para a Bahia ou então para esmagadoras em Goiás. Uma pequena parte segue para os portos de exportação.

Maranhão – O Sul do Maranhão já é região tradicional de produção há mais de 20 anos. O pessoal do trecho já está acostumado a freqüentar Balsas e Carolina na época da colheita – março/maio. Mas há uma expressiva expansão de plantio ao longo da BR 230 que segue até até Floriano, no Piauí, nas margens do rio Parnaíba.
As informações de carga podem ser obtidas nas centrais de frete de Araguaína – BR 153 ou em Balsas, BR 230.


 
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